A utilização da inteligência artificial, ou ‘IA” está revolucionando o mercado de trabalho no mundo. Entrevistas de emprego sendo feitas por “robôs” já é realidade no mundo. Estudos mostram que cerca de 40% das empresas já usam esta ferramenta para recrutar seus colaboradores, seja para selecionar currículos, aplicar testes de conhecimento e até entrevistar candidatos. Quem imaginaria isto há 10 anos atrás?
Já há, na geração Z, uma espécie de profissionais vem buscando alternativas para resolver conflitos internos relacionados a insatisfação do trabalho que exercem, são os chamados “Rage applying”, ou pessoas que candidatam-se a vários em empregos ao mesmo tempo e de forma compulsiva. Tal movimento é motivado por várias causas, entre elas: Deficiência de líderes, comunicação inadequada, sobrecargas de trabalho, desvalorização do trabalhador, etc.
Outro ponto que merece destaque é a redução da jornada de trabalho. Atualmente no Reino Unido e nos Estados Unidos ocorrem flexibilidades na jornada com redução da carga horária para 4 dias na semana. No Brasil, estudos apontam que as empresas que adotam medidas semelhantes contam com um aumento da satisfação do empregado, resultando em um aumento da produtividade em 41% acima da média.
Outro ponto importante é a mudança de visão dos empregadores. Muitos estão direcionando sua atenção para a educação continuada de seus colaboradores. Algumas empresas têm como regra destinar um percentual de seu faturamento para investir em capacitação continuada gerando qualificação, encarreiramento interno e satisfação de seus empregados. Isto fortalece o conceito “ganha-ganha”.